terça-feira, 22 de abril de 2008

E para começar...

Uma propagandinha do nosso novo blog. (da Catarina, a Paca e meu...)

Trivialidades no Coletivo. Cliquem... vale a pena (e não é porque é só nosso hehehehe, pois já temos até colaboradores).

Enfim, não custa o acesso.

Beijocas,
Bobie, a Cotia.

"Reavivando"

Quem acreditava na extinção destes pobres seres estava enganado...

Revivendo; vivendo de novo... sei lá... o que importa é que vamos reavivar isso aqui.

Bobie,
a Cotia de volta.

terça-feira, 4 de setembro de 2007

Dia "caquento" 2

Olá, olá...
Quem é leitor do blog (aliás, quem é mesmo leitor do blog hehehe), deve se lembrar do Dia "caquento". Estava sem login, acesso à rede e afins... Agora, a Paca e o Tatu estão na mesma m*rda...

Ces't la vie...

Bjs,
Bobbie, a Cotia.

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Cotia sozinha

A Paca e o Tatu viajaram. Tudo bem, foi por uma causa profissional. Mas o problema é que o resto do departamento está na mesma viagem. E eu, pobre Cotia, abandonada às traças... HUMPT

terça-feira, 17 de julho de 2007

E o nome mudou de novo...

Havia alterado o nome para Cutia, graças aos dicionários Houaiss e Michaelis. HUMPT... nosso tatu descobriu que tanto faz!

É uma benção! Mas esse blog volta a ser o que sempre foi.
Beijocas.
Bobie Salles.

Paca, Tatu e Cotia também...


Paca (Agouti paca)


Classe: Mammalia
Ordem: Rodentia
Família: Dasyproctidae
Nome científico: Agouti paca
Nome vulgar: Paca
Categoria: Vulnerável

Vive nas florestas tropicais, de preferência perto de um rio ou riacho. É boa nadadora e gosta da água, que é o local onde ela se refugia quando está em perigo. Sua toca tem muitas saídas de emergência, bem escondidas por folhas. A paca passa o dia na sua toca. Seu tempo de vida é de 18 anos. Alimenta-se de frutos, sementes, folhas, caules e raízes. É solitária. O período de gestação é de cerca de quatro meses. As fêmeas podem se reproduzir até duas vezes por ano. Geralmente nasce um filhote que pesa cerca de 700 gramas. Sua distribuição geográfica abrange o Paraguai, o México e em todo o território brasileiro.

Tatu-bola (Tolypentis tricinctus)

Classe: Mammalia
Ordem: Edentata
Família: Dasypodidae
Nome científico: Tolypentis tricinctus
Nome vulgar: Tatu-bola
Categoria: Em perigo
Características: T. tricinctus é o menor e único tatu endêmico ao território brasileiro, sendo considerado hoje a espécie mais rara de edentado. Até 1989, eram conhecidos apenas seis espécimes.
Coleção científica. Confinado à região da Caatinga do nordeste do Brasil, a espécie pertence à família Dasypodidae e à tribo Tolypeutini, sendo que o gêneroTolypeutes engloba ainda uma espécie, T. matacus, bem mais comum que a anterior, e cuja distribuição geográfica é bastante ampla. Espécie de pequeno porte apresenta carapaça convexa com as porções escapular e pélvica recobertas por placas variando de ovais a hexagonais isodiamétricas, separadas por cintas ou bandas articuladas que podem ser em número de duas a quatro, sendo três a mais comum. (3 faixas flexíveis, entre os escudos branquinal e pélvicos). O escudo cefálico é bastante desenvolvido. Possui umas curtas caudas tuberculadas, recobertas por placas arredondadas. Sua cor varia de amarelo a pardo escuro, dependendo do ambiente em que habita. Sua característica mais conspícua é representada pela habilidade de se enrolar quando molestado ou em situações de perigo, de onde provém o nome popular de tatu-bola. As fêmeas produzem um ou, mais raramente, dois filhotes por ninhada. Esses nascem já completamente formados. Na época de acasalamento, podem ser vistos vários machos acompanhando uma fêmea. A atividade de forrageamento é caracterizada pelo vasculhamento do solo com as narinas, objetivando a coleta de formigas, cupins, larvas de insetos, aranhas, escorpiões, frutos, ovos de lagartos, dentre outros itens, possuindo uma dieta bastante generalista. T.tricinctus ocorre em simpatria; (ocorrência de duas ou mais espécies em uma mesma área geográfica), com outras espécies de tatus, como Euphractus sexcinctus, Dasypus novemcinctus e D. septemcinctus, além de Cabassous unicinctusk. Possuindo pouca habilidade cavadora, e sendo um único defeso natural enrolar-se ao ser molestado. O tatu-bola é facilmente capturado, atividade que normalmente é realizada com o auxílio de cães. A sua carne é também muito apreciada na região, sendo que se distribui ao longo de uma das áreas mais pobres de todo o país. Devido aos seus hábitos reprodutivos, a atividade de caça é aparentemente facilitada na época do acasalamento.
OBS: O Tatu-bola constituiu, em décadas anteriores, um importante recurso alimentar para diversas comunidades da Caatinga da região nordeste. Há ocorrência em unidades de conservação como o Parque Nacional da Serra da Capivara (PI) e Estação Ecológica do Raso da Catarina (BA).
Comprimento: 40 a 53 cm e mais 10 cm de cauda.
Ocorrência Geográfica: Apesar de ter sido bastante abundante no passado em todos os estados do nordeste do Brasil, o tatu-bola atualmente conta com populações extremamente reduzidas em função da alteração em larga escala dos ecossistemas característicos ao longo de sua área geográfica original. T.tricinctus está praticamente extinto nos estados de Sergipe e do Ceará, Noroeste de Minas Gerais próximo à fronteira com a Bahia e no Rio Grande do Norte. Suas populações remanescentes se encontram distribuídas de maneira escassa a fragmentada em regiões de difícil acesso, que apresentam extensas formações de caatinga arbustiva sob substrato arenoso ("rasos"), localizadas em municípios com baixa densidade demográfica. A maior parte das populações remanescentes do tatu-bola localiza-se na região norte e oeste do estado da Bahia, nos municípios de Jeremoabo, Canudos, Pilão Arcado, Remanso, Barreiras, São Desidério e Irecê, dentre outros. Caatinga (vivaterra).
Cientista que descreveu: Linnaeus, 1758
Categoria/Critério: Classificação de UICN: em perigo. Aliada à caça, é também relevante a destruição do seu habitat natural como fator responsável pela rarefação e/ou extirpação local de populações, problemas fundiários. Considera-se a espécie como a mais sensível a alterações ambientais dentre os edentados do nordeste. Reforça essa hipótese o fato de que, em áreas onde T. tricinctus já não mais subsiste, ainda são encontradas outras espécies de tatus, além de vários outros representantes da fauna local.
Fonte: MMA/SINIMA

Cotia (Dasyprocta aguti)


Classe: Mammalia
Ordem: Rodentia
Família: Dasyproctidae
Nome científico: Dasyprocta aguti
Nome vulgar: Cotia
Categoria: Vulnerável

Tem hábito alimentar herbívoro. Habita florestas, cerrados, capoeira e caatingas. De hábitos diurnos, cava galerias nas margens dos rios, no chão da floresta e principalmente nas raízes das árvores. São terrestres, correndo com grande rapidez entre a vegetação. Cada buraco é ocupado por um único animal. Repousam sobre as patas traseiras e seguram os alimentos com as patas anteriores. Alimenta-se de frutas, sementes e raízes.

Destino é destino…

E não é que, eu, a Cotia do blog, estou por esses dias habitando a cidade de mesmo nome? Tudo bem que eu acabei de olha no Houaiss e o bicho é com CU. Não me venham com maliciosidades (existe isso???) para cima de mim. O bicho é Cutia. Por isso, vou mudar o nome do blog para pacatatuecutiatambem...

Afinal, porque maltratar o bichinho e a nossa língua portuguesa?

Por hora é só, pessoal.

Vou chamar os outros dois para ver se alguém se manifesta e escreve algo.

Mas eu, como sempre, vou voltar antes...

Beijocas!

Bobie Salles.